Feedback: Qual a importância e as melhores maneiras de utilizá-lo?

 

Entenda qual a importância e quais as melhores maneiras de dar Feedback

O desafio que envolve o desenvolvimento das equipes é um assunto que merece ser tratado com muita seriedade e atenção dentro de qualquer empresa.

Por mais que uma organização tenha grandes volumes de recursos financeiros destinados a novas tecnologias, processos mais modernos e instalações de última geração, quando o assunto é agregar valor, fidelizar clientes e desenvolver um bom andamento das operações diárias, o fator humano não deve ficar em segundo lugar.

Além do desenvolvimento que pode ser proporcionado por cursos e treinamentos presenciais — ou mesmo via EAD —, há uma ferramenta barata e muito poderosa dentro das empresas e que poucos gestores sabem como utilizar a seu favor: o feedback.

Quer conhecer sua importância e saber as melhores estratégias para utilizá-lo? Confira este post!

 

A importância de um bom feedback

 

Correção de rota, ajuste fino, adequação aos processos, “pivotagem” e qualquer outra expressão que tenha como objetivo mostrar a mudança de direção na gestão do desenvolvimento humano, passa por algum tipo de aplicação de feedback.

Frente ao que foi percebido pelo gestor — considerando o contexto, as metas e os desafios enfrentados —, dar um feedback é informar aos envolvidos se o resultado alcançado foi ou não satisfatório e fazer observações sobre como o processo ocorreu.

Dar uma devolutiva a um funcionário ou a uma equipe é basicamente fazer a avaliação de uma determinada situação. Um bom feedback precisa também indicar pontos de melhoria. Logicamente, tudo deve ser feito com muita imparcialidade e muito profissionalismo. Não há espaço para o favoritismo nesses momentos.

 

A necessidade de uma referência

 

Com uma boa noção do que foi feito de maneira assertiva e do que não ficou dentro do esperado, quem recebe o retorno ganha pontos de referência que serão fundamentais para que as próximas tarefas possam ser desempenhadas de forma mais eficiente.

O profissional que não é acostumado a ouvir feedbacks sobre a sua atuação provavelmente não conseguirá evoluir adequadamente dentro da função que desempenha.

Como o julgamento das suas atitudes não terá um referencial externo ao próprio colaborador, a tendência é que tudo continue sendo feito do mesmo jeito.

 

Como dar feedbacks

 

Existem basicamente três tipos de feedbacks: o apreciativo, o corretivo e o regular. Cada um deles é aplicado em um momento específico.

O primeiro é dado quando se deseja fazer um reconhecimento positivo e o segundo, quando é necessário fazer alguma consideração com o intuito de corrigir falhas. O terceiro está mais ligado a uma rotina de retornos agendados e periódicos – o que é uma ótima ideia a ser implementada.

Além de considerar esses momentos, todo gestor precisa entender cinco regras básicas a respeito do feedback para conseguir passar essa avaliação da melhor maneira. Acompanhe!

 

 

1. Reflita antes de dar uma devolutiva

 

Principalmente no início da carreira, quem recebe um retorno de uma pessoa que está hierarquicamente em um cargo acima pode levar as coisas para o lado pessoal. O profissional pode ficar nervoso e até absorver de maneira equivocada algumas informações.

Por isso, quem é o responsável por fornecer o feedback precisa pensar bastante e medir as palavras e a postura que se assume ao dar a devolutiva. O melhor é adotar um tom mais objetivo e profissional — não diga nada que seja muito agressivo ou que soe somente como uma opinião pessoal.

 

2. Escolha um ambiente adequado

 

O ambiente também influencia bastante na hora do feedback. A melhor opção é procurar um local que seja neutro. Assim, o recebedor conseguirá prestar mais atenção ao que está sendo falado.

Dependendo do assunto, o isolamento de outras pessoas garante uma privacidade para que se discutam assuntos mais delicados. Principalmente se o retorno for negativo, é muito importante que ele seja dado em um local mais reservado para evitar o constrangimento de todos.

 

3. Ouça o outro

 

Ainda que seja o momento de falar, de dar um parecer sobre como outra pessoa ou equipe se comportou frente a alguma situação específica, é bastante válido que quem dá o feedback também esteja aberto para ouvir.

Em alguns casos, existem diversas informações que precisam ser reconsideradas. Fatos que não eram conhecidos, variáveis que podem ter ficado de fora de uma análise inicial e vários outros tipos de complementos que possam fazer a diferença na percepção do comportamento que está sendo avaliado.

 

4. Não perca o timing

 

Um feedback que é fornecido no timing correto tem muito mais capacidade de ter efeitos transformadores do que um outro dado no momento errado.

Em alguns casos, é preciso esperar um pouco até que o clima esteja mais favorável para tratar de retornos negativos e chamadas de atenção. Contudo, não se pode perder muito tempo — para evitar que o assunto fique esquecido.

Nas ocasiões em que for hora de parabenizar alguém por um trabalho bem-feito — neste caso o feedback pode ser dado em público, desde que sem exageros —, o tempo correto também deve ser respeitado. Não pode ser cedo demais (antes da confirmação dos resultados reais) e nem muito tarde, o ponto de o clima ter “esfriado”.

 

5. Desenvolva a cultura do feedback

 

Como fica fácil perceber, o feedback é uma ferramenta de gestão que causa grande impacto nas pessoas envolvidas e também nos processos e rotinas de trabalho da organização.

Se ele for bem-feito — respeitando os envolvidos, com uma base de argumentação profissional e bem fundamentada —, é possível que ele consiga proporcionar ótimos resultados para todos.

A empresa ganha com equipes mais conscientes, os funcionários podem ser motivados e adquirem uma percepção mais técnica das suas habilidades e necessidades de melhorias e os gestores de departamentos aumentam o seu grau de influência e liderança em relação ao time.

Para o melhor favorecimento desse cenário, é bom que se crie uma cultura de feedback. Líderes e liderados, à medida em que se acostumam com essa rotina, amadurecem mais como grupo e os benefícios podem ser compartilhados.

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